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Ipiaú ainda ha esperança por um dia melhor.

 

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Boa noite Ipiaú, porque amanha sexta feira, realmente sera bem pior….

Posted by Redação.

Era uma vez um bom pai, mas uma péssima pessoa para o Brasil.

 

 

 

 

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Saúde é um direito de todos os brasileiros.

Uma ideia para o atendimento

de emergência, para ser efetuado pelo SUS.

 

O atendimento de emergência é fundamental numa estrutura de saúde, mas incrivelmente nunca foi tratada como prioritária, temos normalmente no setor uma equipe inexperiente, quase sempre de recém-formados. A realidade e que a emergência não é enfrentada com a importância que ela merece. O atendimento de emergência infelizmente continua não sendo considerada prioritariamente uma matéria a ser estudada na faculdade, por incrível que pareça não há aperfeiçoamento estruturado via residência medica, o aprimoramento, via pós-graduação é quase inexistente.

Define se como urgência a ocorrência imprevista de um agravo à saúde com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata. A emergência, como a constatação médica de condição de agravo à saúde que implique em risco iminente à vida ou há um sofrimento intenso, exigindo avaliação e o tratamento médico imediato. Todos os profissionais que atuam nesta área, no seu dia a dia, estão lidando com a mais imprevisível e desgastante atividade médica, em que alguns minutos podem significar a diferença entre a vida e a morte. Devemos enfim colocar a Medicina de Urgência & Emergência, como uma especialidade no qual o grande desafio não é realmente somente tratar, mas a evitar, que uma patologia ou um trauma se transforme em emergência. É fundamental termos na equipe multidisciplinar profissionais bem formados, atualizados e experientes, para isto devemos fornecer condições adequadas de trabalho, uma sala de emergência de acordo com a RDC ANVISA 50/02 e Portaria GM/MS 2048/02. Além de uma remuneração mais justa e digna, uma aposentadoria especial ante o tipo de trabalho e o stress real. Quem de nós, algum dia, não procurou socorro ou orientação em uma unidade de emergência. Se ainda não o fez, tem uma grande possibilidade de fazê-lo ou um de nossos familiares ou amigos. E se isto vier a ocorrer, não ficaremos alegres em ser atendidos por uma equipe inexperiente e pouco competente. Ainda mais que as possibilidades de insucesso aumentam absurdamente. Os serviços devem estar preparados, com uma estrutura física e assistencial que possibilite um atendimento de êxito. O atendimento feito de forma continua com a equipe fazendo o diagnóstico, o procedimento sendo imediatamente realizado e quando necessário, que seja chamado outros profissionais para completar a equipe. A alta hospitalar que será feita posteriormente deve ser avaliada, auditada de rotina e os seus resultados discutidos e analisados pelas equipes que participaram deste processo. Já para nossos governantes maiores em Brasília, eis a solução: no momento é o hospital sírio libanês em São Paulo. Bem, fica a pergunta quem paga a conta?

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Para a formação do povo nordestino participaram três etnias: o índio, o português e o africano. A miscigenação étnica e cultural desses três elementos foi o pilar para a composição da população do Nordeste, porém essa mistura de raças não aconteceu de forma uniforme.  Um quarto dos nordestinos tem ancestralidade predominantemente européia, sobretudo portuguesa. Pesquisas genéticas recentes feitas por um conceituado laboratório genético brasileiro descobriu que 19% desses nordestinos brancos têm alguma ancestralidade holandesa. Entre nordestinos de outras raças a influência genética holandesa não foi avaliada, mas é indiscutivelmente presente. Devemos citar também o italiano e o sírio libanês. O Nordeste foi primordialmente habitado pelos homens da Pré-História, posteriormente pelos índios, que antes da colonização, realizavam trocas comerciais com europeus, na forma de extração do pau-brasil em troca de outros itens. Os Tapuias eram fortes, possuíam semblante ameaçador, corriam iguais às feras, por isso eram muito temidos, eram inconstantes, fáceis de ser levados a fazer o mal, eram canibais, devoravam até mesmo os de sua tribo quando da sua morte, os homens apresentavam-se corpulentos, possuidores de grande força física, pele queimada, em tons de marrom, cabelo longo, eram desprovidos de pelos por todo o corpo, não costumavam usar roupas porém cobriam as partes íntimas com peças feitas de materiais rudimentares, extraídos da natureza.

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Em contra partida, as mulheres apresentavam estrutura física pequena, mas a cor era a mesma da dos homens, costumavam manter os cabelos curtos ou longos, de corpos rechonchudos, também escondiam suas partes íntimas e adornavam seu corpo com o que encontravam na natureza. Eram nômades, paravam onde houvesse abundância de alimentos e gostavam de viver ao ar livre, não construíam casa, por isto as suas habitações eram toscas e feias, não semeavam, e não plantavam outra coisa além da mandioca, alimentavam-se com mel de abelhas e maribondos e com todas as imundícies da terra, como cobras e lagartos, os Tapuias eram basicamente animista, adoravam as forças da natureza com o trovão, a lua, o sol, além disto, acreditavam em certos animais, como serpentes, aves e alguns mamíferos, como morcegos, e praticavam sacrifícios de animais, até humanos e também tinham como Deus principal a Constelação da Ursa Maior e não faziam nada sem antes consultar os feiticeiros e adivinhos. Na luta pelo domínio do litoral, a expressão tapuia foi usada para designar as populações indígenas não pertencentes à família Tupi-Guarani, o grupo dominante, que ocupava o litoral, quando os portugueses descobriram o Brasil. Numa carta de um bandeirante, Domingos Jorge Velho, de 15 de Julho de 1694, ao rei de Portugal, identifica o tapuia como “gentio bárbaro e comedor da carne humana”. O canibalismo é também referido pelo Padre António Vieira que, no Sermão de Santo António aos Peixes, pergunta “Cuidais que só os Tapuias se comem uns aos outros?”

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Porem ainda ha esperança por uma vida melhor em nossa Ipiaú e na Bahia de todos nós.

 

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